Aflitas, preocupadas...desesperadas...e também falo por mim, claro. Sentimo-nos no meio do caos sem saber o que fazer, para onde ir...e muitas vezes em vez de nos acalmar, fazemos o disparate de culpar quem mais amamos pelo medo do desconhecido...desconforto e tudo o mais.
A vida é um conjunto de momentos, cabe a nós escolher a atitude para ultrapassar os desafios do dia a dia. È dificil? Sim sem duvidas mas se nao conseguimos hoje...sempre podemos tentar amanhã...e sermos humildes de modo aceitarmos as nossas imperfeiçoes e limites pois nao podemos mudar o mundo e nem quem nos rodeia mas podemos mudar a nós mesmos (basta acreditar).. eheh.
Deixo aqui uma parte do filme "comer, amar e rezar" pois adorei e tranquilizou-me...
beijito
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Carta de Elizabeth (Julia Roberts) a David (James Franco):
“Lembra quando você disse que devíamos ser infelizes juntos para sermos felizes? Considere prova do quanto te amo eu ter passado tanto tempo tentando fazer a idéia dar certo. Mas, outro dia, um amigo me levou a um lugar incrível: o Augusteum. Otaviano Augusto o construiu para abrigar seus restos mortais. Vieram os bárbaros, e foi demolido, com o resto. Como Augusto, o primeiro grande imperador de Roma imaginaria a queda Roma e de todo o mundo como ele o conhecia?
É um dos locais mais sossegados e solitários de Roma. A cidade cresceu ao seu redor ao longo dos séculos. Como uma ferida, um coração partido ao qual você se apega, pois a dor é boa.
Todos queremos que as coisas permaneçam iguais, David. Vivemos infelizes com medo que uma mudança estrague tudo. Aí eu olhei esse lugar, o caos que ele suportou, o modo como foi adaptado, queimado, pilhado e reconstruído e me tranqüilizei. Talvez minha vida não tenha sido tão caótica. O mundo que é a armadilha para nos apegarmos às coisas.
A ruína é uma dádiva. A ruína é o caminho que leva à transformação. Até nesta cidade eterna, o Augusteum me mostrou que devemos estar preparados para as intermináveis ondas de transformação. Nós dois merecemos mais do que ficarmos juntos por medo de sermos destruídos não ficando.”
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